sábado, 9 de agosto de 2008

Do barro ao esterco

  1. A gênese judaico-cristã se me mostra uma grande chalaça.
  2. Tal deus, enfastiado de seus encargos divinos, resolve baixar de seu trono para brincar, e como um infante, remexe a terra fazendo bonecos de barro.
  3. De repente, um lapso de brilhantismo intelectual, decide dar vida ao boneco! Que deus infantil esse, brincando na hora do serviço!
  4. Aqueles que acreditam nesses ditos babosos de jardim do éden, deveriam se pôr à pensar que o disparate marginal humano dá uma margem papal para crer que esse barro do qual o divino criou o homem era o mais casto esterco, e sabe-se lá se de bois, porcos ou ovelhas.
  5. Daí, um passo me leva a ver cristãos e judeus como estrume, pois certo se me parece que muito dejeto havia no barro do qual asseveram terem sido criados.
  6. Pobres de vós, cristãos e judeus, podres como excremento.

1 comentários:

Flavia Borges disse...

E ele fez o post sobre esterco mesmo...
(Cala-te boca, Flavia!)