- A gênese judaico-cristã se me mostra uma grande chalaça.
- Tal deus, enfastiado de seus encargos divinos, resolve baixar de seu trono para brincar, e como um infante, remexe a terra fazendo bonecos de barro.
- De repente, um lapso de brilhantismo intelectual, decide dar vida ao boneco! Que deus infantil esse, brincando na hora do serviço!
- Aqueles que acreditam nesses ditos babosos de jardim do éden, deveriam se pôr à pensar que o disparate marginal humano dá uma margem papal para crer que esse barro do qual o divino criou o homem era o mais casto esterco, e sabe-se lá se de bois, porcos ou ovelhas.
- Daí, um passo me leva a ver cristãos e judeus como estrume, pois certo se me parece que muito dejeto havia no barro do qual asseveram terem sido criados.
- Pobres de vós, cristãos e judeus, podres como excremento.
sábado, 9 de agosto de 2008
Do barro ao esterco
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1 comentários:
E ele fez o post sobre esterco mesmo...
(Cala-te boca, Flavia!)
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